A vida é assim
Feita de pequenos momentos.
É preciso alguns segundos de riso pra carregar enormes cargas de problemas.
É preciso alguns graus de abraço pra dias de solidão.
Vinte mil milhas submarinas pra querer ficar junto pra sempre.
quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Distante do amanhecer
Distante do amanhecer:
Olhando estrelas
Vejo bem mais que céu.
Vejo bem mais que céu.
Procurando estrelas
Encontro minh'alma.
Encontro minh'alma.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Viver
Pense!
Sinta. Reflita. Voe.
Surte!
Grite. Rasgue. Arranhe.
Cante!
Pule. Sorria. Baile.
Ame!
Enlouqueça. Beije. Chore.
...
Viver é poesia.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Na décima segunda noite, as estrelas apareceram
Minha bailarina
não dança no salão.
Dança na menina de meus olhos,
Nos vãos do coração.
não dança no salão.
Dança na menina de meus olhos,
Nos vãos do coração.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Que é poesia
Poesia
É
:
Vinicius-Rosa-Leminski, Rimbaud.
Caetano, Science, Legião.
É
Sol lua chuva vinho e sexo.
O trabalhador, que corta o chão, com a enxada.
Beijo de mãe.
Beijo de namorada.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
poesia, línguas e outras coisas.
Escrevo poemas,
Sem tinta
nem papel
Na tua pele lasciva.
Poemas...
Não podem ser vistos,
Lidos, ou
Traduzidos.
São de uma língua
Que só os dois conhecem.
Só quem ama sabe.
sábado, 19 de março de 2011
timbaúba
A poesia que corre na minha veia,
Tem gosto de açúcar.
Calibre de foice.
Cheiro de humanidade.
Resistência.
O sangue na minha poesia é pernambucano.
sexta-feira, 18 de março de 2011
A lua se aproxima da terra,
Deixa à deriva minha imaginação.
Traz (como miragem) seu rosto.
Traz também coisas
Que não ouso compreender.
Na imensidão da minha mente...
Só você.
ps: participação especialíssima de Luh Ferreira
sábado, 12 de março de 2011
Remanso
Aqui,
Olhar vago na janela,
Observo, sem ver, a rua.
Algazarra de crianças no fim-de-tarde.
Canto de sabiá na laranjeira.
À minha frente, a escrivaninha, um papel vazio.
O copo de uísque pedindo mais.
O cigarro, sem pressa, queima no cinzeiro...
Fumaça cheirosa.
Sinto falta de algo,
Não sei o que.
Apenas sinto.
Assinar:
Postagens (Atom)
